toy mania
A marca brasileira Katkiller e seus irresistíveis toy arts
por Malu Porto - 31 de agosto de 2009
Não é de hoje que os toy arts entraram na vida dos adultos contemporâneos com ares de infância despertada. Qualquer “moderninho” que se preze tem, pelo menos, uns três exemplares em casa.
Mesclando linguagens do design, arte, quadrinhos, grafite e moda, os toys vão muito além de meros objetos de decoração, eles legitimam o conceito de estilo de vida que permite aos adultos usufruírem do lúdico universo infantil.
O movimento dessa “arte em brinquedos” surgiu no Oriente antes de popularizar-se na Europa, EUA e virar um febre mundial. O ano era 1994, quando a artista plástica Keiko Miyata, que trabalhava em uma fábrica de bonecas como estofadora em Tóquio (Japão), decidiu criar uma linha de criaturinhas inspirada em humor, fofura e bizarrices.
Três anos depois, em Hong Kong (China), o designer Michael Lau recebeu a incumbência de desenvolver a arte para a capa do CD de uma banda de amigos chamada Anodize.
Para isso, teve a ideia de customizar bonecos da série “Comandos em Ação” com as feições de cada integrante e fotografá-los. O sucesso das miniaturas superou o do grupo musical e Lau tornou-se mundialmente conhecido como um dos precursores do movimento junto com Keiko.
No Brasil, quem realiza um trabalho interessante dentro do nicho é a marca Katkiller.
Desenvolvidos por Josmar Madureira, os bonecos de panos feitos à mão ganham versões de estéticas variadas.
Os mais irresistíveis são as versões de popstars como Michael Jackson, David Bowie, Os Beatles, Marylin Monroe, Amy Winehouse, entre muitos outros.
E ícones cult que vão de Amélie Poulain, Andy Warhol, Woody Allen, Sid Vicious à personagens de filmes como “Edward Mãos de Tesoura” - de Tim Burton – e do clássico “Laranja Mecânica” de Stanley Kubrick.










