bem bolado
Thom Yorke faz shows experimentais com sua nova banda
por Caru Ares - 6 de outubro de 2009
E parece que a onda de integrantes de bandas reconhecidas mundialmente se juntar para formar novas bandas não vai acabar tão cedo. Depois de Them Crooked Vultures e The Dead Weather, chegou a vez de Thom Yorke, vocalista do Radiohead, recrutar amigos para formar um novo projeto.A banda é formada por Flea, baixista do Red Hot Chili Pepper´s, Joey Waronker, baterista do R.E.M e Beck, o brasileiro Mauro Refosco – que já tocou com David Byrne e Bebel Gilberto – na percussão e o produtor do Radiohead Nigel Godrich nas guitarras e sintetizadores.
Thom já havia lançado um álbum solo, em 2006, intitulado“The Eraser”. Mas este foi o primeiro show em que ele contou com uma banda. As apresentações “surpresa” foram anunciadas no site do Radiohead e aconteceram nos dias 2 de outubro, no Echoplex, e no dia 4, no Orpheum Theatre, ambos em Los Angeles.
Além de tocarem todas as músicas do disco solo – inclusive abriram o show com a música homônima -, eles apresentaram algumas canções inéditas como, “Open the Floodgates”, “Lotus Flower” e “Skirting on the Surface”.
Como não podia faltar, músicas do Radiohead também foram tocadas, mas não pense em hits como “Karma Police” e “Paranoid Android”, a performance contou com lados B da banda como “Super Collider” e “Paperbag Writer”. Este projeto – que não tem nome ainda – é realmente uma idéia de Thom, já que nitidamente a participação dos outros integrantes é mais como apoio e o clima dos shows foi de uma “jam session” improvisada. Até porque só foram tocadas músicas de autoria de Yorke, sejam elas do Radiohead ou de seu trabalho solo.
Mas a mistura parece ser boa. A voz e as letras obscuras de Thom, a diversão do baixo de Flea, o ritmo de Waronker e a brasilidade de Refosco formaram um time que pode não permanecer muito tempo unido, mas vai render no mínimo boas músicas.
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Últimos comentários
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Niltim - 06/10/2009 às 13:01:29
Eraser
Pra mim, o The Eraser é um disco muito caprichoso, com os detalhes delicados e uma coragem reveladora. Uma das obras primas da música pós-moderna.
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