show
Bruno Morais se apresenta no Cinematheque no Rio de Janeiro
O Colherada bateu um papo rápido com o cantor
por Caru Ares - 23 de fevereiro de 2010
Para quem mora no Rio de Janeiro ou está só de passagem pela cidade uma boa dica musical para essa semana é o show do paranaense Bruno Morais, 30 anos, que acontece no Cinematheque nessa quarta (24). A apresentação terá como principal foco seu segundo e mais recente trabalho “A Vontade Superstar” que foi lançado em 2009.O disco demorou dois anos para ficar pronto e contou com a participação especial de mais de 40 músicos. Por incrível que pareça, a miscelânia deu certo e a combinação resultou em um som homogêneo. De estilos variados, suas músicas vão desde a bossa nova romântica, passando pelo samba e algumas baladas, sem perder o tom autoral.
A música “A Vontade”, que tem o embalo de uma samba rock gostoso de dançar e diz na letra “a vontade é o prazer encostado na dor” é imperdível. Outra que chama a atenção é “Hino dos Corações Partidos F.C.”, que dá maior destaque a bela voz de Bruno.
O Colherada bateu um papo rápido com o cantor sobre as expectativas do show – com participação especial de Nina Becker – e de como foi trabalhar com tanta gente ao mesmo tempo.
Colherada Cultural: Como foi trabalhar com mais de 40 músicos na produção de seu último disco "A Vontade Superstar"?
Bruno Morais: Foi muito natural, na verdade. Encontrei muita gente talentosa nesses últimos três anos, e conforme fui conhecendo, fui chamando essas pessoas para trabalhar no disco . Acho que o que eu mais gosto de fazer nesse trabalho é colaborar. Cada artista é um planeta, todos têm talentos muito peculiares e é muito bacana poder contar com isso para lapidar um ponto de vista no estúdio. O trabalho cresce.
C.C.: Você já fez parte de uma banda de funk e trabalhou com produção musical. Acha que isso ainda reflete nesse seu segundo álbum?
B.M.: Acho que tudo que eu fiz até aqui reflete no trabalho! Certamente minha experiência com produção ainda é muito pequena e tenho muito que aprender , mas fico cada vez mais íntimo do trabalho dentro do estúdio, gosto de ficar lá internado , observando e participando de tudo. A gestação do trabalho mesmo.
C. C.: Qual a expectativa para esse show no Cinematheque com participação especial da Nina Becker?
B.M.: As melhores! Eu amo o Rio, e vou a cidade com freqüência há anos. Mas é a primeira vez que vou tocar lá, na minha balada carioca preferida, que é o Cinematheque! A Nina é uma artista incrível e uma querida, sou muito fã, e estamos preparando um som especialmente para o show! Vai ser massa!!!
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